03072022Dom
AtualizadoDom, 03 Jul 2022 3pm

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Daichii Sankyo

Durvalumabe mostra resultados como estratégia perioperatória no câncer de pulmão

pulmao 2020Análise interina pré-planejada de estudo de Fase III (AEGEAN) mostrou que o tratamento com durvalumabe (Imfinzi®, AstraZeneca) em combinação com quimioterapia neoadjuvante melhorou significativamente a resposta patológica completa (pCR) em comparação com quimioterapia neoadjuvante em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas (CPCNP) ressecável. A adição de durvalumabe também melhorou a resposta patológica principal, sem novos sinais de segurança. O estudo continuará avaliando o endpoint co-primário de sobrevida livre de eventos (SLE).


Ressonância magnética na neoadjuvância e anidrase carbônica como indicador prognóstico no câncer de mama triplo-negativo

Com o crescente uso do tratamento neoadjuvante para pacientes com câncer de mama em estágio inicial, o estadiamento clínico adequado é essencial para informar o tratamento. Para contribuir com o debate, estudo buscou avaliar a utilidade clínica da ressonância magnética no tratamento neoadjuvante dessa população de pacientes. Os resultados estão no PODCAST ONCONEWS, com apresentação de Silvio Bromberg e Daniel Gimenes. Nesta edição, os especialistas discutem ainda trabalho que investiga os efeitos da anidrase carbônica IX (CAIX), um marcador-chave induzível por hipóxia, como indicador prognóstico no câncer de mama triplo-negativo. Ouça.

Cirurgia torácica brasileira, desafios e perspectivas

cirurgia toracicaOs médicos Fernando Vannucci e Caio César Bianchi de Castro apresentam um overview da cirurgia torácica brasileira em artigo publicado no Journal of Thoracic Disease e destacam o desafio de minimizar e neutralizar as profundas disparidades existentes, tanto em termos de oferta, quanto na qualidade da assistência médica.

O cenário do câncer na África e estimativas para 2040

mapa africaEstudo que buscou estabelecer a carga do câncer na África apresentou a caracterização de 34 tipos de câncer a partir das estimativas do GLOBOCAN  2020 e a associação dessa epidemiologia com a realidade socioeconômica dos países africanos. A análise também estima a ocorrência 2,1 milhões de novos casos na África em 2040, com 1,4 milhão de mortes, indicando a necessidade urgente de fortalecer e ampliar ações de controle e gerenciamento do câncer no continente africano.

Inibidores de PARP no carcinoma urotelial metastático

bexiga 2020Mutações em genes de reparo de recombinação homóloga (HRRm) são comuns no carcinoma urotelial (UC), tornando as células tumorais sensíveis a inibidores de PARP. Análise de Rosenberg et al. no Journal of Clinical Oncology mostrou que a adição do inibidor de PARP olaparibe ao anti PD-L1 durvalumabe não melhorou os resultados de sobrevida em uma população de pacientes com carcinoma urotelial metastático (mUC).  Os resultados de eficácia com durvalumabe foram semelhantes aos relatados por outros agentes anti PD-L1, mas análises secundárias sugerem papel potencial para a inibição de PARP em pacientes com UC com HRRm.

Anvisa amplia indicação de trastuzumabe deruxtecana no câncer de mama metastático

approved NET OKA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o conjugado anticorpo-droga (ADC) trastuzumabe deruxtecana (Enhertu®, Daiichi Sankyo/Astrazeneca) para o tratamento de pacientes com câncer de mama HER2-positivo irressecável ou metastático previamente tratados com um regime anti-HER2 nos cenários metastático, neoadjuvante ou adjuvante, que desenvolveram recorrência da doença durante ou dentro de seis meses após a conclusão do tratamento. Publicada no Diário Oficial da União1 no dia 27 de junho, a decisão foi baseada nos resultados do estudo de Fase 3 DESTINY-Breast032, que mostrou que o ADC reduziu o risco de progressão da doença ou morte em 72% em comparação com trastuzumabe emtansina (T-DM1).

Anvisa aprova cemiplimabe no câncer de colo de útero recorrente

andreia melo 2020 bxA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou o anticorpo anti-PD-1 cemiplimabe (Libtayo®, Sanofi) para o tratamento de pacientes com câncer de colo de útero cuja doença progrediu durante ou após quimioterapia prévia à base de platina, e para mulheres que necessitam de terapia sistêmica adicional para tratar doença metastática ou recorrente. Publicada no Diário Oficial da União (DOU) dia 27 de junho1, a decisão é baseada nos resultados do estudo de Fase 3 EMPOWER-Cervical 12, publicados na New England Journal of Medicine (NEJM) em artigo com a participação da oncologista Andreia Melo (foto), chefe da Divisão de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento Tecnológico do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

ctDNA, recorrência tardia e impacto dos estudos RxPONDER e monarchE no manejo cirúrgico da axila

Os resultados dos ensaios RxPONDER e monarchE informaram as recomendações de terapia sistêmica para câncer de mama RH+, HER2-negativo. Dada a importância da extensão da doença nodal nesses estudos, o manejo cirúrgico da axila ressurgiu como uma questão importante. Esses pacientes precisariam de uma maior dissecção de linfonodos axilares (ALND) para determinar a carga nodal total e informar as recomendações de terapia sistêmica? O assunto foi tema de artigo de opinião no Journal of Global Oncology (JCO) e está em pauta em mais um PODCAST ONCONEWS. Nessa edição, Silvio Bromberg e Daniel Gimenes discutem ainda os resultados de trabalho que avalia a prevalência e a dinâmica do DNA tumoral circulante (ctDNA) e sua associação com a recorrência metastática em pacientes com câncer de mama RH+ em estágio inicial de alto risco mais de 5 anos após o diagnóstico. Confira.

Primeira aprovação agnóstica para tumores com mutação BRAF V600E

aprovado 22A farmacêutica Novartis anunciou que a U.S.Food and Drug Administration (FDA) concedeu aprovação acelerada para a combinação de dabrafenibe (Tafinlar®) + trametinibe (Mekinist®) no tratamento de pacientes adultos e pediátricos (6 anos de idade ou mais) com tumores sólidos metastáticos com mutação BRAF V600E que progrediram após terapia prévia e não têm opções de tratamento alternativas satisfatórias. Esta é a primeira aprovação de uma terapia tumor-agnóstica para tumores sólidos com mutação BRAF V600E.

EHA 2022: axi-cel apresenta resultados no linfoma de grandes células B

IDOSO PACIENTE NET OKAnálise de subgrupo do estudo ZUMA-7 apresentada no congresso anual da European Hematology Association (EHA 2022) mostrou que pacientes com 65 anos ou mais com linfoma de grandes células B (LBCL) recidivado/refratário (R/R) tiveram resultados favoráveis ​​com axicabtagene ciloleucel (axi-cel) em comparação com o padrão de cuidados (SOC).

ESMO GI reúne mais de 300 pesquisas inéditas no câncer gastrointestinal

esmo world giDe 29 de junho a 2 de julho, o ESMO GI – World Congress on Gastrointestinal Cancer – deve reunir especialistas globais, em mais de 60 sessões científicas, com avanços e evidências da pesquisa clínica no câncer GI. Aproximadamente 300 estudos de várias partes do mundo serão apresentados e publicados online em suplemento especial do Annals of Oncology.

Capmatinibe recebe aprovação da UE para o tratamento de câncer de pulmão METex14

Pulm o DEZ NET OKA Novartis obteve mais uma aprovação da Comissão Europeia, desta vez para capmatinibe (Tabrecta®) no tratamento do câncer de pulmão não pequenas células avançado em pacientes com tumores que abrigam mutação MET (METex14). A decisão foi anunciada 22 de junho e é baseada nos resultados do estudo de Fase II GEOMETRY, que mostrou taxa de resposta global (ORR) de 51,6% em pacientes sem tratamento prévio na doença avançada e de 44% na população politratada.

Câncer de mama oculto em pacientes submetidas à mastectomia profilática e efeito da metformina na sobrevida livre de doença invasiva

Para refinar as recomendações de estadiamento axilar, estudo de coorte retrospectivo publicado no Annals of Surgical Oncology buscou determinar a probabilidade de malignidade oculta durante a mastectomia de redução de risco em portadoras de variantes patogênicas de alta penetrância. Os resultados estão no PODCAST ONCONEWS, com apresentação de Silvio Bromberg e Daniel Gimenes. Nesta edição, os especialistas discutem ainda ensaio randomizado (MA.32) publicado no JAMA Network que avalia se a adição de metformina ao tratamento padrão do câncer de mama melhora a sobrevida livre de doença invasiva. Confira.

Isatuximabe atualiza resultados com benefício histórico de sobrevida no Mieloma Múltiplo

marcelo capra bxNovos dados do estudo IKEMA mostram que a adição de isatuximabe mais carfilzomibe e dexametasona (Isa-Kd) como tratamento padrão para mieloma múltiplo (MM) recidivado melhorou significativamente a sobrevida livre de progressão (SLP) e a profundidade de resposta. Phillippe Moreau, do Hospital Universitário Hôtel-Dieu, França, primeiro autor do estudo que atualiza os resultados, destaca que a mediana de 3 anos de SLP é sem precedentes, a mais longa SLP já reportada com um inibidor de proteassoma nessa população de pacientes. O estudo tem participação do hematologista brasileiro Marcelo Capra (foto), que comenta os resultados.

Câncer de mama no ASCO 2022

Os estudos que marcaram o panorama de câncer de mama no ASCO 2022 estão no PODCAST ONCONEWS, com apresentação de Silvio Bromberg e Daniel Gimenes. Entre os destaques, o primeiro randomizado de Fase 3 a demonstrar benefício clínico e estatisticamente significativo de um agente anti-HER2, o conjugado trastuzumabe-deruxtecana, em pacientes com câncer de mama metastático HER2-low (DESTINY-Breast04); estudo prospectivo que avaliou a omissão de radioterapia após cirurgia conservadora da mama no câncer de mama luminal A de baixo grau (LUMINA); e acompanhamento de 8 anos do estudo randomizado ASTRRA, que avaliou A adição de supressão da função ovariana ao tamoxifeno em mulheres jovens com câncer de mama hormônio-sensível que permanecem no pré-menopausa ou retomam a menstruação após a quimioterapia. Confira.

STAMPEDE: análise final confirma benefício da RT no câncer de próstata metastático

Daniel PrybyszDados já conhecidos do ensaio britânico STAMPEDE mostram que a radioterapia (RT) melhorou a sobrevida global (SG) de pacientes com câncer de próstata metastático recém-diagnosticado, com baixa carga de doença. Análise final de longo prazo reportada 9 de junho por Parker et al. na PlosOne corrobora os achados iniciais, demonstrando que a RT melhora a SG em homens com câncer de próstata metastático com baixa carga de doença e deve ser recomendada como padrão de tratamento. O especialista em radioterapia Daniel Przybysz (foto) comenta os resultados e o impacto da publicação.

Tratamento axilar após neoadjuvância (MARI study) e resultados de eventos adversos do estudo monarchE

No PODCAST ONCONEWS, Silvio Bromberg e Daniel Gimenes analisam os resultados de estudo publicado no periódico Breast Cancer Research and Treatment que avaliou o intervalo livre de recorrência axilar (aRFI) em três anos em pacientes com câncer de mama linfonodo clinicamente positivo (cN+) com tratamento axilar ajustado à resposta de acordo com o protocolo ‘Marking Axillary lymph nodes with Radioactive Iodine seeds’ (MARI). Nesta edição, os especialistas também discutem análise publicada no Annals of Oncology que traz os resultados relatados pelos pacientes e dados de segurança do estudo monarchE, que investiga abemaciclibe mais terapia endócrina como tratamento adjuvante no câncer de mama precoce RH-positivo, HER2-negativo, de alto risco. Ouça.

Biomarcadores: expandindo o espectro de HER2 no câncer de mama

mama 2021 6 bxNovas descobertas estão transformando a dicotomia tradicional do status HER2 no câncer de mama, com potencial de promover uma verdadeira revolução. Revisão publicada na Frontiers in Molecular Biosciences destaca o assunto, lembrando que evidências recentes mostram que tumores com baixos níveis de expressão de HER2 (ou seja, IHC 1+ ou 2+ com ISH negativo), também chamados de câncer de mama HER2 "Low", alcançaram elevadas taxas de resposta após tratamentos com anticorpos droga conjugados, ampliando resultados de sobrevida (Iwata et al., 2018; Banerji et al., 2019; Schettini et al., 2021).


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