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AtualizadoSáb, 24 Out 2020 10pm

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Escore de risco poligênico e câncer de mama

banner podcast onconews 300x250pxEstudo caso-controle com 9802 mulheres avalia se o escore de risco poligênico (86 variações de nucleotídeos simples) modifica o risco de desenvolver câncer de mama em pacientes portadoras de mutação genética de alta e moderada penetrância. Publicado no JAMA Network Open, o trabalho é tema de mais um PODCAST ONCONEWS, com análise do mastologista Silvio Bromberg, do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e do departamento de Mastologia da BP Mirante. Ouça.


IMC e sobrevida após quimioterapia no câncer de mama

azambuja ok bxEstudo publicado no Journal of Clinical Oncology avaliou o benefício da quimioterapia baseada em docetaxel em pacientes com câncer de mama inicial de acordo com o índice de massa corporal (IMC) basal. “A obesidade não impacta somente no risco de desenvolver câncer de mama ou apresentar uma recidiva, mas também pode influenciar a efetividade de diferentes drogas”, afirma Evandro de Azambuja (foto), oncologista do Institut Jules Bordet, em Bruxelas, e um dos autores do trabalho.

Preservação da fertilidade no tratamento do câncer

Paulo Perin NET OKO tratamento do câncer em mulheres jovens não precisa significar o fim da fertilidade. É o que mostram os resultados do primeiro registro de fertilidade em pacientes com câncer, a partir de dados de quase 20 anos de seguimento. A análise foi apresentada na reunião anual da ESHRE (European Society of Human Reproduction and Embryology). Quem comenta os resultados é Paulo Perin, do Centro Especializado em Reprodução Humana (CERH).

Pesquisa do INCA mostra resultados de câncer e COVID-19

JOAO VIOLA NET OKJoão Viola (foto) é autor senior do primeiro estudo de coorte brasileiro a analisar taxas de complicações e mortes de pacientes com câncer e COVID-19. A pesquisa realizada no Instituto Nacional do Cancer (INCA) evidencia a necessidade de políticas públicas urgentes e eficazes para esse grupo de pacientes especialmente vulneráveis. "O câncer é uma comorbidade importante e está relacionada com casos graves, tendo influência dos estágios da doença e de alguns grupos de tumores", destacam os autores.

Avaliação da aderência ao tratamento endócrino no câncer de mama

banner podcast onconews 300x250pxNo câncer de mama, a não adesão à terapia com tamoxifeno após a cirurgia constitui um grande obstáculo para melhores resultados. Em mais um PODCAST ONCONEWS, o mastologista Sílvio Bromberg, do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e do departamento de Mastologia da BP Mirante, analisa estudo publicado no Journal of Clinical Oncology (JCO) que discute a detecção sorológica do uso do tamoxifeno e sua correlação com a aderência à medicação e com o risco de recorrência da doença. Ouça.

Implicações e desafios da pan-genômica

henrique galvao barretos vale essa okImagine um teste de biópsia líquida capaz de rastrear indivíduos assintomáticos, para vários tipos de câncer. Em editorial, a edição de junho do Lancet Oncology destaca questionamentos e implicações éticas que cercam o desenvolvimento de um teste universal de biópsia líquida, em debate que ganha novo relevo depois da publicação dos estudos CCGA e DETECT-A. “Tenho grandes expectativas em relação à biópsia líquida, mas vejo com certa cautela o aprimoramento da técnica: detectar ctDNA de neoplasias em estágio inicial é mais difícil”, avalia Henrique Galvão (foto), médico geneticista, coordenador do Departamento de Oncogenética e presidente do Comitê de Bioética Clínica do Hospital de Amor, em Barretos.

FDA aprova avelumabe como tratamento de manutenção no carcinoma urotelial

approved NET OKA Food and Drug Administration (FDA) aprovou o anti-PD-L1 avelumabe (BAVENCIO®) para o tratamento de manutenção de pacientes com carcinoma urotelial (UC) localmente avançado ou metastático que não progrediram à primeira linha de tratamento com quimioterapia com platina. A aprovação é baseada nos resultados do estudo de Fase III JAVELIN Bladder 100, apresentados em Sessão Plenária no ASCO 2020.

Cirurgia bariátrica e risco de câncer mama, ovário e endométrio

Nazario NET OKAfonso Celso Pinto Nazário (foto) é autor sênior de revisão sistemática e metanálise que avaliou o  impacto da cirurgia bariátrica no risco de desenvolver câncer de mama, ovário e câncer de endométrio em mulheres obesas. Os resultados foram publicados em junho na Surgery for Obesity and Related Diseases e mostram que a cirurgia bariátrica é um fator de proteção contra o câncer, reduzindo significativamente o risco dessas neoplasias.

Guideline ASTRO: radioterapia no câncer do colo do útero

celia viegas bxPublicado na Practical Radiation Oncology, guideline da American Society for Radiation Oncology (ASTRO) revisa evidências sólidas e fornece graus de recomendação para o emprego de radioterapia em pacientes com câncer do colo do útero não metastático. “Através de uma força tarefa envolvendo expoentes da radioterapia de instituições renomadas dos EUA e Canadá, são descritas as indicações e as melhores práticas para radioterapia externa e braquiterapia nos cenários pós-operatório e definitivo. As recomendações também abordam a radioterapia em combinação com outros tratamentos, incluindo quimioterapia e cirurgia”, afirma Célia Viegas (foto), radio-oncologista do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e da Clínica São Carlos Saúde Oncológica.

Metformina e radiossensibilização no tratamento neoadjuvante do câncer retal

paula perez bxEstudo experimental brasileiro publicado no periódico Diseases of the Colon & Rectum avaliou os efeitos radiossensibilizantes da metformina in vitro e in vivo, comparando-os com a atual combinação padrão de radiação/5-fluorouracil (RT/5FU). Paula Fontes Asprino, pesquisadora do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, é a autora sênior do trabalho, que conta com a participação de Rodrigo Perez, cirurgião do Instituto Angelita & Joaquim Gama.

Mutagênese e evolução do câncer

Alessandro Leal NET OKArtigo de Aitken e colaboradores, publicado na Nature, descreve o processo de mutagênese e mostra que a maioria das lesões de DNA causadoras de mutações não são reparadas dentro de um único ciclo celular. Em vez disso, lesões não reparadas em células filhas persistem por várias gerações celulares, com implicações em escala cromossômica. O oncologista Alessandro Leal (foto), responsável pela área de Medicina de Precisão do Hospital Israelita Albert Einstein, analisa os resultados.

Variante XAF1 em combinação com o gene p53 e aumento do risco de câncer

emilia pinto bxA mutação R337H do gene TP53, por si só, não é suficiente para explicar por que alguns portadores da mutação desenvolvem câncer, enquanto outros não. Estudo liderado pela bióloga brasileira Emilia Modolo Pinto (foto), pesquisadora no St. Jude Children's Research Hospital, demonstrou que uma variante também herdada no gene supressor de tumor XAF1 aumenta o risco de câncer quando combinado com a mutação R337H do gene TP53. Os resultados do trabalho multicêntrico, que contou com a participação de diversas instituições brasileiras e europeias, foram publicados online na Science Advances.

Linfonodo sentinela positivo e quimioterapia neoadjuvante

banner podcast onconews 300x250pxCom que frequência a quimioterapia neoadjuvante promove um downstage em pacientes com câncer de mama tratadas com cirurgia conservadora? Artigo de pesquisadores do Memorial publicado na Annals of Surgery Oncology discute fatores que devem ser considerados na seleção de pacientes. Acompanhe a apresentação e análise em mais um PODCAST ONCONEWS, com o mastologista Sílvio Bromberg, do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e do departamento de Mastologia da BP Mirante.

Qualidade de vida no Linfoma de Hodgkin

Otavio Baiocchi ASH2018Análise do German Hodgkin Study Group baseada em dados de mais de 4 mil sobreviventes de linfoma de Hodgkin ressalta a alta necessidade médica não atendida em relação aos efeitos adversos psicossociais da experiência com o câncer. Em 5 anos, problemas cognitivos, funcionais e sociais foram severa e persistentemente afetados, descrevem os autores, em artigo no JCO. Otávio Baiocchi (foto), coordenador do grupo de Linfomas da UNIFESP, comenta o trabalho.

AACR: biopsia líquida no câncer renal inicial e em tumores do SNC

daniel carvalho bxDaniel de Carvalho (foto), professor associado na Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto e pesquisador sênior no Princess Margaret Cancer Centre, apresentou na Sessão Plenária do AACR Virtual Annual Meeting II os resultados de uma abordagem de biópsia líquida (cfMeDIP-seq) capaz de detectar o carcinoma de células renais em estágio inicial e distinguir tumores clinicamente relevantes do sistema nervoso central. Os resultados foram publicados na Nature Medicine.

ESMO atualiza diretrizes em neoplasias neuroendócrinas gastroenteropancreáticas

Rachel 3 NET OKA edição de julho do Annals of Oncology traz diretrizes atualizadas da ESMO para o tratamento de neoplasias neuroendócrinas gastroenteropancreáticas (GEP-NENs). “As diretrizes anteriores do European Neuroendocrine Tumour Society (ENETS) eram bem fragmentadas, separadas por sítio tumoral, por condição, se é ou não funcionante. O guideline da ESMO é abrangente e prático, trazendo recomendações nos principais cenários, em um só documento”, observa a oncologista Rachel Riechelmann (foto), membro do corpo docente do grupo de Tumores Neuroendócrinos, Neoplasias Endócrinas e Carcinomas de Primário Desconhecido (CUP) da Sociedade Europeia.

Implicações e desafios da pan-genômica

biopsia liquida 2019 bxImagine um teste de biópsia líquida capaz de rastrear indivíduos assintomáticos, para vários tipos de câncer. Em editorial, a edição de junho do Lancet Oncology destaca questionamentos e implicações éticas que cercam o desenvolvimento de um teste universal de biópsia líquida, em debate que ganha novo relevo depois da publicação dos estudos CCGA e DETECT-A.

Nomograma prediz risco no melanoma cutâneo

eduardo bertolli bxUma calculadora de risco online aprimorada a partir de parâmetros clínico-patológicos alternativos pode ajudar a prever com mais precisão a probabilidade do linfonodo sentinela ser positivo em pacientes com melanoma cutâneo primário. O nomograma foi desenvolvido por pesquisadores australianos e publicado 12 de junho no Journal of Clinical Oncology. “É um modelo importante para auxiliar cirurgiões na discussão com os pacientes e permite um planejamento mais personalizado de conduta baseado no risco individual”, destaca o cirurgião oncológico Eduardo Bertolli (foto). 

Microbioma e câncer, o que sabemos?

DAN WAITZBERGA interação do microbioma de tecidos tumorais com o desenvolvimento e tratamento do câncer continua a estimular a pesquisa e está sendo explorada em diferentes estudos, como discute artigo de Ashray Gunjur, no Lancet Oncology de junho. Afinal, como bactérias presentes nos tumores podem moldar o microambiente tumoral? Quem comenta é Dan Waitzberg (foto), professor associado do departamento de Gastroenterologia da FMUSP e Diretor científico da Bioma4me.

Perfil genômico no câncer de cabeça e pescoço

ana carolina bxAna Carolina de Carvalho (foto), pesquisadora do Centro de Pesquisa em Oncologia Molecular do Hospital de Câncer de Barretos, é primeira autora de artigo na Scientific Reports que descreve o perfil genômico de uma população de pacientes com carcinoma de células escamosas de orofaringe atendidos na instituição.

Marcadores inflamatórios e infecção do trato urinário após biópsia transretal da próstata

A relação neutrófilos/linfócitos (NL) e plaquetas / linfócitos (PL) tem sido apontada como indicador de complicações infecciosas após vários procedimentos cirúrgicos. Neste estudo de Heidar el al. o objetivo foi determinar se a razões NL e PL são úteis para prever sepse após biópsia da próstata guiada por ultrassom transretal (TRUS).


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