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AtualizadoQua, 05 Ago 2020 7pm

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Gastrointestinal

  • InterAAct: estudo avalia quimioterapia ideal no câncer anal avançado

    renata dalpino 2020 bxPublicado no Journal of Clinical Oncology, estudo internacional de Fase II, randomizado, multicêntrico, buscou identificar a quimioterapia ideal para tratamento do câncer anal localmente avançado ou metastático sem tratamento prévio. “A partir da publicação deste estudo, é indiscutível que carboplatina e paclitaxel se tornou o novo padrão no tratamento do câncer de canal anal metastático”, avalia Renata D’Alpino (foto), oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO/ Grupo Oncoclínicas).

  • Consenso brasileiro de carcinoma incidental de vesícula biliar

    orlando torres bxO International Study Group Of Hepatopancreatobiliary Cancer (ISG-HPB-Cancer) desenvolveu o primeiro consenso brasileiro para o manejo de pacientes com carcinoma incidental da vesícula biliar. O trabalho é liderado pelos cirurgiões Orlando Torres (foto), Diretor do Departamento de Cirurgia Gastrointestinal - Unidade Hepatopancreatobiliar – da Universidade Federal do Maranhão, e Felipe Coimbra, diretor do Departamento de Cirurgia Abdominal do AC Camargo Cancer Center.

  • Terapia perioperatória e cirúrgica no câncer gástrico avançado

    felipe coimbra 2020 bxOs cirurgiões Felipe Coimbra (foto) e Wilson Luiz da Costa são autores de artigo1 publicado no Annals of Surgical Oncology que discute passado, presente e futuro da terapia perioperatória e cirúrgica do câncer gástrico avançado. “São reflexões baseadas em um trabalho publicado ano passado, no mesmo periódico, em que avaliamos os resultados da abordagem de tratamento multimodal em uma coorte de pacientes com câncer gástrico localmente avançado tratados com linfadenectomia D2, com o objetivo de identificar fatores prognósticos associados à melhora da sobrevida”, explica Coimbra.

  • Pólipos serrilhados proximais e risco de câncer colorretal

    denise guimaraes 2020Pólipos serrilhados proximais, especialmente os maiores de 1cm, estão associados a um risco aumentado de câncer colorretal. Resultados de estudo de pesquisadores do Kaiser Permanente Santa Clara Medical Center1, na California, apoiam a recomendação da Task Force norte-americana para a colonoscopia de acompanhamento aos 3 anos após o diagnóstico de um SSL grande (≥1 cm) e entre 5 e 10 anos após o diagnóstico de um SSL menor2. Artigo de Mike Fillon3 discute os dados no periódico da American Cancer Society (ACS). Quem comenta é a médica endoscopista Denise Guimarães (foto), coordenadora do programa de rastreamento do câncer colorretal do Hospital de Amor (Hospital do Câncer de Barretos).

  • ASCO publica guideline para o tratamento do câncer de esôfago

    Laercio bxPublicado no Journal of Clinical Oncology (JCO), guideline da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) atualiza as recomendações para o tratamento de doentes com câncer de esôfago localmente avançado. Quem analisa as diretrizes é o cirurgião Laercio Gomes Lourenço (foto), professor associado de cirurgia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Chefe da Divisão de Cirurgia do Hospital do Rim.

  • Imunoterapia ou cuidados de suporte no câncer colorretal avançado?

    Roberto Gil SFBO bx 2020 okArtigo publicado no Jama Oncology descreve os resultados de estudo do Canadian Cancer Trials Group (CO.26 Study) que avaliou o efeito da combinação de dois inibidores de checkpoint imune versus o melhor tratamento de suporte em pacientes com câncer colorretal avançado. “O estudo mostrou a possibilidade de ampliação de utilização de imunoterapia no câncer colorretal metastático”, avalia o oncologista Roberto Gil (foto), médico do Grupo Oncoclínicas.

  • Oncologista brasileiro recebe o Young Investigator Award no ESMO GI 2020

    taboada 2O oncologista brasileiro Rodrigo Taboada (foto), do A.C.Camargo Cancer Center, foi um dos dez jovens especialistas escolhidos pela Sociedade Europeia de Oncologia para receber o Young Investigator Award na ESMO GI 2020. O prêmio foi concedido pelo estudo que comparou as características clínico-patológicas e moleculares de carcinomas e tumores neuroendócrinos de alto grau.

  • Metformina + irinotecano no câncer colorretal refratário

    arinilda bragagnoli bxArinilda Campos Bragagnoli (foto), do Hospital de Câncer de Barretos, é primeira autora de estudo que buscou determinar se metformina em combinação com irinotecano aumenta as taxas de controle da doença em pacientes com câncer colorretal avançado. O trabalho foi selecionado para apresentação em pôster no ESMO GI 2020.

  • ANCHOR CRC: triplet na primeira linha do câncer colorretal metastático BRAFV600E mutado

    tiago castria semana baixaAxel Grothey, Diretor de Pesquisa em Tumores Gastrointestinais do West Cancer Center, em Memphis, apresentou no ESMO GI 2020, apresentou os resultados do estágio 1 do estudo ANCHOR, que avalia o triplet com encorafenibe, binimetinibe e cetuximabe como tratamento de primeira linha no câncer colorretal metastático BRAFV600E mutado. Quem comenta é o oncologista Tiago Biacchi (foto), médico do ICESP e do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

  • Novo TKI mostra ganho de sobrevida em pacientes de GIST politratados

    cicero martins bxGIST é o sarcoma mais comum do trato gastrointestinal e mutações primárias no KIT ou PDGFRA ocorrem em > 85% dos pacientes e ativam as quinases. Um novo inibidor de tirosina-quinase, ripretinib mostrou resultados de sobrevida em pacientes politratados no estudo de Fase III INVICTUS. Agora, nova análise destacada em sessão oral na ESMO GI 2020 mostra também dados de eficácia e segurança após o crossover. “Ripretinib surge como uma nova opção eficaz para o tratamento do GIST avançado, em um cenário de poucas opções farmacológicas”, avalia o oncologista Cícero Martins (foto), médico do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e do Américas Oncologia.

  • Novos regimes no carcinoma hepatocelular avançado

    carcinoma hepatocelularUma dose única do anti CTLA-4 tremelimumabe combinada ao anti PD-L1 durvalumabe pode melhorar a atividade clínica de pacientes com carcinoma hepatocelular avançado? Resultados apresentados na ESMO GI mostram que sim. “Em todos os braços, a combinação de tremelimumab e durvalumabe ofereceu o melhor perfil benefício-risco”, destacaram os autores.

  • Tumores neuroendócrinos e variantes patogênicas

    Rachel 3 NET OKEmbora a triagem de genes de predisposição ao câncer (GPC) esteja atualmente bem estabelecida para cânceres hereditários comuns, pouco se sabe sobre seu papel nos tumores neuroendócrinos (TNEs), além das síndromes já descritas. Estudo brasileiro apresentado em Sessão Oral na ESMO GI pela oncologista Rachel Riechelmann (foto) buscou definir a frequência de variantes patogênicas e provavelmente patogênicas de GPC em jovens adultos com TNEs.

  • ESMO GI: NALIRIFOX no câncer de pâncreas

    Duilio Rocha 2020 ok 2Zev Wainberg, da Universidade da Califórnia, apresentou os resultados de longo prazo de estudo de Fase I/II indicado como primeiro Late Breaking Abstract da ESMO GI 2020. O estudo avaliou irinotecano lipossomal em combinação com 5- fluorouracil / leucovorina (5-FU / LV) e oxaliplatina (OX) em pacientes com adenocarcinoma ductal pancreático metastático sem tratamento prévio e definiu a dose para o próximo estudo de Fase III. Duílio Rocha Filho (foto), chefe do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital Universitário Walter Cantídio (UFC-CE) e membro da diretoria do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG), analisa os resultados.

  • Colangiocarcinoma: pesquisa mantém apostas na genômica

    colangio bxA edição virtual da ESMO GI 2020 traz novos resultados de infigratinib em pacientes com colangiocarcinoma avançado ou metastático, em apresentação de Milind Javle, do MD Anderson Cancer Center.

  • Trastuzumabe no câncer gástrico com expressão HER2+ por biopsia líquida

    Rachel 3 NET OKRachel Riechelmann (foto), oncologista do AC Camargo Cancer Center, é primeira autora de estudo selecionado para apresentação em poster na ESMO GI. O trabalho foi desenhado para avaliar a eficácia da adição de trastuzumabe biossimilar (Zedora) à quimioterapia padrão em pacientes com câncer gástrico com expressão de HER2+ medida por células tumorais circulantes.

  • Estudo avalia tratamento de segunda linha no câncer de vesícula biliar

    Renata DAlpino 2018 NET OKO câncer de vesícula biliar é bastante frequente em certas partes da Índia e embora a oferta de opções de 2ª linha de tratamento tenha aumentado, os dados sobre seu impacto nos resultados clínicos ainda são limitados. Este estudo contou com a participação de pacientes do Tata Memorial Hospital, em Mumbai,  e de outros serviços médicos de Nova Delhi, para avaliar dois esquemas de tratamento: a combinação de capecitabina e irinotecano (CAPIRI) e irinotecano como monoterapia nesse cenário terapêutico. "Apesar de relativamente raro no Brasil, o carcinoma de vesícula biliar costuma se apresentar em estádios avançados, onde as opções terapêuticas são relativamente escassas", observa a oncologista Renata D'Alpino (foto), Coordenadora Médica da Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e membro do Conselho Científico do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG).

  • Relação neutrófilos/linfócitos e prognóstico no câncer de pâncreas

    francine luiz bxSelecionado para apresentação em pôster no ESMO GI 2020, estudo realizado por pesquisadores da UNIFESP analisou a relação neutrófilos/linfócitos como preditor de mortalidade em pacientes com câncer de pâncreas localmente avançado ou metastático. “Também avaliamos o valor preditivo de outros fatores de risco epidemiológico como obesidade, tabagismo, uso de metformina e CA19-9”, esclarecem os autores. A oncologista Francine Luiz (foto) é a primeira autora do trabalho.

  • ESMO GI e os destaques da oncologia gastrointestinal

    esmo gi 2020 bxDe 1º a 4 de julho, a ESMO GI 2020 apresenta o que há de novo na pesquisa do câncer gastrointestinal, com protagonismo dos principais centros de câncer da Europa. Com a pandemia do novo coronavírus, a 22ª edição da ESMO GI se apresenta como uma experiência virtual, em ano que reúne mais de 450 abstracts, em 90 sessões científicas.

  • Metformina e radiossensibilização no tratamento neoadjuvante do câncer retal

    paula perez bxEstudo experimental brasileiro publicado no periódico Diseases of the Colon & Rectum avaliou os efeitos radiossensibilizantes da metformina in vitro e in vivo,comparando-os com a atual combinação padrão de radiação/5-fluorouracil (RT/5FU). Paula Fontes Asprino, pesquisadora do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, é a autora sênior do trabalho, que conta com a participação de Rodrigo Perez, cirurgião do Instituto Angelita & Joaquim Gama.

  • Modelo bifásico descreve desenvolvimento do câncer de pâncreas

    casali 2020 bxEstudo de Shankar et al na Nature Communications descreve o papel da AGO2 no câncer de pâncreas. “Nossos dados mostram que a formação de lesões precursoras ocorre independente da AGO2. No entanto, identificamos uma dependência crítica de AGO2 para que essas lesões progridam para adenocarcinoma ductal pancreático”, descrevem os autores. O oncogeneticista José Cláudio Casali (foto), chefe do Departamento de Oncogenética do A.C.Camargo Cancer Center e 2º Diretor Científico do Grupo Brasileiro de Oncologia de Precisão (GBOP), comenta o trabalho.

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