20012021Qua
AtualizadoQua, 20 Jan 2021 8pm

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Daichii Sankyo

GENITURINÁRIO

  • Novo paradigma no tratamento do carcinoma urotelial

    Depois de trinta anos sem praticamente nenhum progresso, o tratamento do carcinoma urotelial avançado ou metastático vive mudanças sem precedentes, reconfigurando o cenário para médicos e pacientes. Como estratégia de manutenção na primeira linha de tratamento da doença irressecável localmente avançada ou metastática, a imunoterapia com avelumabe (Bavencio®) aumentou significativamente a sobrevida global, com 21,4 meses versus 14,3 meses, reduzindo em 31% o risco de morte. Os dados são do estudo randomizado de fase III JAVELIN Bladder 100 (NCT02603432)1, que demonstrou o maior benefício de sobrevida global observado até o momento no câncer urotelial localmente avançado ou metastático, com resultados que embasaram a aprovação das principais agências reguladoras mundiais2, entre elas a da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), conforme publicado no Diário Oficial da União no dia 28 de dezembro de 20203.

    “JAVELIN Bladder 100 alcançou seu principal endpoint, demonstrando sobrevida global prolongada com avelumabe como manutenção de primeira linha em pacientes com carcinoma urotelial avançado ou metastático. Os benefícios foram observados em todos os pacientes, independentemente da expressão de PD-L1”, descreveram Powles, T et al. em artigo na New England Journal of Medicine4.

  • Anvisa aprova avelumabe no carcinoma urotelial

    approved NET OKA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação de avelumabe (Bavencio®), agora no tratamento de manutenção de pacientes com carcinoma urotelial irressecável. A nova indicação é baseada nos resultados do estudo randomizado de Fase III JAVELIN Bladder 100, que demonstrou que a imunoterapia estendeu o tempo até a recorrência e aumentou significativamente a sobrevida global. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União dia 28 de dezembro.

  • Oncologia GU, da pesquisa à assistência

    GENITURINARIO NET OKNo panorama GU, pelo menos 3 estudos estão entre os destaques do ano, pelo impacto na prática clínica: o ensaio de Fase III PROfound1, que avaliou o inibidor de PARP olaparibe no câncer de próstata em pacientes politratados; o também Fase III JAVELIN Bladder 1002, que mostrou o maior benefício observado até hoje no câncer urotelial avançado, com sobrevida global de 21.4 meses versus 14.3 meses, além do ensaio pivotal CheckMate 9ER3, mais um exemplo de que a imunoterapia continua a apresentar resultados no câncer renal, desta vez em combinação com o inibidor de angiogênese cabozantinibe.
  • Durvalumabe: FDA aprova nova indicação de dose fixa

    approved NET OKA agência norte-americana Food and Drug Administration  (FDA) aprovou mais uma opção de dose do anti PD-L1 durvalumabe (Imfinzi, AstraZeneca), apoiando a dose fixa de 1.500 mg a cada quatro semanas no tratamento do câncer de pulmão de células não pequenas (CPCNP) com doença não ressecável estágio III após quimiorradioterapia (CRT) e também no câncer de bexiga avançado, em pacientes previamente tratados.

  • Hematopoiese clonal em genes de reparo de DNA e teste de interferência de cfDNA no câncer de próstata

    Murad 2019 bxCom que frequência os estudos de DNA livre de células (cfDNA) em câncer de próstata são confundidos por variantes de hematopoiese clonal (CHIP) em genes usados para elegibilidade de inibidores de PARPi? Estudo publicado no JAMA Oncology buscou determinar a prevalência de interferência CHIP clinicamente relevante no teste de cfDNA do câncer de próstata. André Murad (foto), diretor clínico da Personal - Oncologia de Precisão e Personalizada e oncologista e oncogeneticista da CETTRO Oncologia, em Brasília, comenta os resultados do trabalho.

  • CPU 2020

    cpu 2020 jpgA Sociedade Brasileira de Urologia – Regional São Paulo – realiza entre os dias 11 e 14 de novembro, em formato virtual, o XVI Congresso Paulista de Urologia (CPU 2020). Considerado o terceiro maior encontro da urologia mundial, o evento conta com a participação de 67 palestrantes internacionais e 275 nacionais.

  • União Europeia aprova olaparibe no câncer de próstata e ovário

    approved NET OKA União Europeia aprovou o uso de olaparibe (Lynparza®, Astrazeneca) para o tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração (CPRCm) BRCA-mutado que progrediram após terapia anterior que incluía um novo agente hormonal. O inibidor de PARP também foi aprovado em combinação com bevacizumabe para o tratamento de manutenção no câncer epitelial avançado de ovário com deficiência de recombinação homóloga (DRH).

  • Simpósio de Uro-Oncologia

    simposio uro coi bxCom participação do oncologista Brian Rini, professor da Vanderbilt University, em Nashville, o Simpósio Internacional de Uro-Oncologia do Instituto COI acontece nos dias 07 e 14 de novembro, em formato online.

  • PET no planejamento da radioterapia aumenta sobrevida no câncer de próstata recorrente

    bernardo salvajoli 2020 bxO uso do PET/CT marcado com Fluciclovina (Axumin) no tratamento de resgate com radioterapia no câncer de próstata recidivado pode melhorar as taxas de sobrevida livre de falha. É o que apontam os resultados de estudo selecionado como primeiro Late Breaking Abstract apresentado na plenária do congresso anual da ASTRO, a Sociedade Americana de Radioterapia. Bernardo Salvajoli (foto), médico especialista em radioterapia, comenta os resultados.

  • STAR-CAP: sistema de estadiamento prognóstico do câncer de próstata não metastático

    fabio moraes 2020 bxUma colaboração internacional desenvolveu um novo sistema de estadiamento prognóstico para o câncer de próstata não metastático que pode contribuir para a avaliação das opções terapêuticas, bem como refinar o desenho de futuros ensaios clínicos. Os resultados foram publicados no JAMA Oncology, em artigo com participação do médico especialista em radio-oncologia Fabio Ynoe de Moraes, professor assistente no Departamento de Oncologia na Queen’s University, Canadá.

  • Novos agentes no câncer de próstata resistente a castração

    murilo luz linkedin bxMetanálise em rede que considerou novos agentes de terapia sistêmica no câncer de próstata resistente a castração não metastático (CPRCnm) publicou resultados comparando indiretamente a eficácia de apalutamida, enzalutamida e darolutamida nessa população de pacientes. “Apalutamida surgiu como a melhor opção de tratamento em relação à sobrevida livre de metástase (SLM), sobrevida livre de progressão (SLP) e PSA”, destacam os autores. A mesma análise concluiu que darolutamida foi o mais bem tolerado de todos os três agentes avaliados1. O uro-oncologista Murilo Luz (foto) comenta os resultados.

  • FDA concede revisão prioritária para combinação de cabozantinibe e nivolumabe no câncer renal avançado

    RIM NET OK HORIZONTALA US Food and Drug Administration (FDA) aceitou os pedidos de Aplicação de Licença Biológica (sBLA) e Nova Aplicação de Droga (sNDA) para a combinação de cabozantinibe e nivolumabe para pacientes com carcinoma de células renais avançado. Os pedidos foram baseados nos resultados do estudo de Fase III CheckMate -9ER, apresentados no Simpósio Presidencial do ESMO 2020.

  • CABOSUN: sobrevida ajustada pela qualidade na primeira linha de tratamento do câncer renal

    EDUARDO ZUCCA BXAnálise post hoc do estudo CABOSUN avaliou a sobrevida ajustada pela qualidade em pacientes com carcinoma de células renais avançado através do Quality‐adjusted Time Without Symptoms of disease or Toxicity of treatment (Tempo ajustado pela qualidade sem sintomas da doença ou toxicidade do tratamento - Q‐TWiST). “Em análise retrospectiva, mais pacientes no braço de cabozantinibe ficaram sem progressão da doença com menos toxicidade, inferindo uma melhor qualidade de vida”, afirma o oncologista Eduardo Zucca (foto), coordenador do Departamento de Uro-oncologia do Hospital de Câncer de Barretos.

  • Radiolocalização intraoperatória e margem de ressecção no câncer de próstata

    Prostata 2018 2 NET OKUma nova técnica de imagem intraoperatória pode avaliar as margens cirúrgicas durante a prostatectomia radical, como sugere a primeira pesquisa em humanos publicada na edição de outubro do The Journal of Nuclear Medicine. Apesar da pequena casuística avaliada, a análise inicial mostrou que imagens de luminescência de Cerenkov obtidas por PET 68Ga-PSMA a partir da amostra da próstata excisada foram capazes de detectar tecido de câncer de próstata na margem de ressecção.

  • Ureteroscopia no carcinoma urotelial

    wroclawski alta 2020 bxO tratamento endo-urológico de pacientes com carcinoma urotelial do trato superior, através de ureteroscopia e ablação da lesão à laser pode ser, em casos selecionados, uma alternativa à nefroureterectomia radical (RNU), que é a terapia de escolha nestes casos, como indicam os resultados de longo prazo publicados por Scotland KB et al., na Urologic Oncology. Marcelo Wroclawski (foto), urologista do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP – a Beneficência Portuguesa de São Paulo, analisa os achados.

  • RAVES mostra não-inferioridade da radioterapia de resgate no câncer de próstata

    Prostata 2018 NET OKA radioterapia de resgate precoce pode resultar em controle bioquímico semelhante ao proporcionado pela radioterapia adjuvante, com menor toxicidade. É o que mostram resultados do ensaio RAVES, reportados na edição de outubro do Lancet Oncology.

  • GETG-AFU 17: resultados de Fase III favorecem radioterapia de resgate no câncer de próstata localizado de alto risco 

    Prostata 2017 NET OKO ensaio clínico GETUG-AFU 17 reportou seus resultados de Fase III na edição de outubro do Lancet Oncology, corroborando evidências de que a radioterapia adjuvante aumentou o risco de toxicidade geniturinária e disfunção erétil em pacientes com câncer de próstata localizado de alto risco. “A radioterapia de resgate poderia poupar os homens de tratamento excessivo com radioterapia e eventos adversos associados”, sustentam os autores.

  • Terapia de privação androgênica e SARS-CoV-2 no câncer de próstata

    covid19 3 bxArtigo de Montopoli et al. sugeriu que a terapia de privação androgênica (ADT ) poderia proteger parcialmente  pacientes com câncer de próstata da infecção por SARS-CoV-2. Agora, pesquisadores do Helsinki University Hospital publicaram novos dados no Annals of Oncology, indicando que não houve diferença nas possíveis comorbidades e na gravidade da doença provocada pela COVID-19 entre pacientes com e sem ADT.

  • RADICALS-RT não apoia radioterapia adjuvante no câncer de próstata inicial de alto risco

    Chris ParkerQual o momento ideal para a radioterapia pós-operatória em pacientes com câncer de próstata de alto risco? Resultados do estudo randomizado de Fase III RADICALS-RT publicados no Lancetnão apoiam a administração de rotina de radioterapia adjuvante após a prostatectomia radical. “A radioterapia adjuvante aumenta o risco de morbidade urinária”, descrevem os autores, argumentando que a observação com radioterapia de resgate nos casos de progressão bioquímica do PSA deve ser o padrão atual após a prostatectomia radical. Chris Parker (foto), do Royal Marsden NHS Foundation Trust, é o primeiro autor do estudo.

  • Medo de recidiva em sobreviventes de câncer renal

    cristiane bergerot oficial bxA psico-oncologista Cristiane Bergerot (foto), do Centro de Câncer de Brasília (CETTRO), é primeira autora de estudo publicado no JCO Oncology Practice que avaliou a prevalência de medo de recidiva do câncer entre sobreviventes de carcinoma de células renais localizado.

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