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AtualizadoSeg, 19 Abr 2021 9pm

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Daichii Sankyo

Oncologia Mamária

  • Qualidade de vida após o câncer de mama, desafios e perspectivas 

    thiago vidal bxThiago Vidal Brito (foto), médico do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC - São Camilo Oncologia ), é o investigador principal de estudo aberto a recrutamento de pacientes, com o objetivo de avaliar a qualidade de vida de mulheres que sobreviveram ao câncer de mama. O estudo espera identificar possíveis repercussões da doença e de seus tratamentos à qualidade de vida após 1 ano (12 meses) e 2 anos (24 meses) do tratamento primário.

  • TAPUR: nova análise mostra benefício da imunoterapia no câncer de mama metastático

    MAMA bxA monoterapia com pembrolizumabe tem atividade antitumoral em pacientes com câncer de mama metastático fortemente pré-tratados, em tumores com alta carga mutacional (HTMB, da sigla em inglês). Os achados são de nova análise do estudo TAPUR publicada por Alva et. al. no Journal of Clinical Oncology (JCO).

  • Caracterização do câncer de mama com baixa expressão do receptor de estrogênio

    Estudo publicado no periódico Breast Cancer Research and Treatment buscou analisar as características clínico-patológicas e os desfechos clínicos dos tumores de mama com baixo nível de expressão (1–10%) de positividade para o receptor de estrogênio (RE). Os resultados do trabalho estão em pauta em mais um PODCAST ONCONEWS, com análise do mastologista Silvio Bromberg (foto), médico do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça. 

  • Classificação de risco no câncer de mama: resultados da US-LACRN

    dirce carraro okEstudo com participação de instituições da Argentina, Brasil, Chile, México e Uruguai mostrou na AACR 2021 resultados que correlacionam análises de PAM50 com uma classificação substituta de avaliação de risco no câncer de mama estágio II-III baseada em características clínicas e de imuno-histoquímica. A análise considera mulheres latino-americanas inscritas no estudo US-LACRN e no Brasil tem a participação do Instituto Nacional do Câncer (INCA), AC Camargo Cancer Center, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Instituto de Câncer de São Paulo (ICESP) e Hospital de Câncer de Barretos. "Esse é o primeiro estudo do perfil molecular de tumores de mama de mulheres da América Latina", destaca a biologista molecular Dirce Carraro (foto), responsável pelo Laboratório de Diagnóstico Genômico do A.C.Camargo Cancer Center e uma das pesquisadoras envolvidas no estudo. 

  • FDA aprova sacituzumabe govitecano no câncer de mama triplo negativo

    aprovado 21 bxA agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou a indicação de sacituzumabe govitecano para tratamento de pacientes com câncer de mama triplo-negativo localmente avançado ou metastático que receberam duas ou mais terapias sistêmicas anteriores, pelo menos uma delas no cenário metastático. A decisão da FDA foi anunciada 7 de abril e tem como base os resultados de eficácia e segurança do estudo ASCENT.

  • Quimioterapia adjuvante no câncer de mama com micrometástases de linfonodos axilares

    O status do linfonodo axilar é um dos fatores prognósticos mais importantes em pacientes com câncer de mama em estágio inicial. Publicado na Breast Cancer Research and Treatment, estudo retrospectivo de registro de base populacional com 26.465 pacientes câncer de mama inicial buscou avaliar o impacto da quimioterapia adjuvante em pacientes de câncer de mama com micrometástases de linfonodos axilares. Quem analisa os resultados é Silvio Bromberg (foto), mastologista do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça, em mais um PODCAST ONCONEWS.

  • Tamoxifeno e densidade mamográfica

    Nazario NET OKO tratamento com tamoxifeno previne o câncer de mama em mulheres de alto risco e reduz a mortalidade no cenário adjuvante. "Testamos se doses mais baixas de tamoxifeno foram não-inferiores para reduzir a densidade mamográfica e se foram associadas a menos sintomas", analisa artigo de Mikael Eriksson e colegas, publicado no JCO. O mastologista Afonso Nazário (foto), da EPM-Unifesp, analisa criticamente os resultados e observa que a utilização de baixas doses de tamoxifeno na quimioprevenção do câncer de mama é uma proposta atraente, mas ainda carece de ensaios clínicos com seguimento prolongado.

  • Abemaciclibe, indicações e evidências na oncologia mamária

    A chegada de abemaciclibe (Verzenius™, Eli Lilly) inaugura um novo capítulo no tratamento do câncer de mama avançado receptor hormonal positivo (RH+), HER2 negativo (HER2-), com taxas de resposta significativamente superiores comparadas ao tratamento endócrino isolado. Dados do perfil de segurança mostram que é possível gerenciar os eventos mais frequentes e relatórios de qualidade de vida sustentam o benefício de abemaciclibe, com evidências para guiar decisões de tratamento.1-5

    Pacientes com câncer de mama RH+ HER2- recebem terapia endócrina como padrão de tratamento, mas inúmeras pesquisas procuram identificar agentes capazes de superar a resistência intrínseca ou adquirida a essas terapias. A chegada de abemaciclibe traz novas perspectivas para médicos e pacientes, mostrando benefício de sobrevida, com perfil de segurança manejável.6

    Os primeiros dados de eficácia e segurança vieram do estudo MONARCH 2 (NCT02107703), ensaio randomizado, duplo-cego de Fase III que inscreveu 669 pacientes para avaliar abemaciclibe mais fulvestranto. O estudo demonstrou benefício significativo de sobrevida livre de progressão (hazard ratio, 0.553 95% CI, 0.449-0.681; P < 0,0001) em mulheres com câncer de mama avançado HR+ HER2- que progrediram dentro de 12 meses da terapia endócrina anterior, ou como tratamento de segunda linha em pacientes com doença metastática que receberam terapia endócrina na primeira linha. Nessa população, a mediana de SLP foi de 16,4 meses versus 9,3 meses.1

  • Cirurgia axilar após endocrinoterapia neoadjuvante no câncer de mama RE+, HER2-

    Estudo publicado no Annals of Surgical Oncology discute a necessidade de cirurgia axilar em pacientes RE+, HER-2-negativo que realizaram endocrinoterapia neoadjuvante, em duas coortes de pacientes com câncer de mama cT1-4N0-1M0 . Quem comenta os resultados é o mastologista Silvio Bromberg (foto), médico cirurgião do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça, em mais um PODCAST ONCONEWS.

  • Tecido glandular residual da mama após mastectomia

    Revisão sistemática publicada no Annals of Surgical Oncology buscou localizar e/ou estimar a quantidade de tecido glandular mamário residual (rBGT) após a mastectomia, além de identificar fatores possivelmente relacionados com rBGT e/ou doença residual. Quem discute os resultados do trabalho é o mastologista Silvio Bromberg (foto), cirurgião do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça, em mais um PODCAST ONCONEWS. 

  • Câncer de mama HER2+ não metastático e terapia anti-HER2 sem quimioterapia

    Não existem dados randomizados sobre o papel da terapia adjuvante anti-HER2 administrada sem quimioterapia em pacientes com câncer de mama HER2+, RE+. Agora, estudo publicado na Breast Cancer Research and Treatment discute a possibilidade de utilizar terapia anti-HER2 sem o uso da quimioterapia em pacientes RE+, HER2+O mastologista Silvio Bromberg (foto), cirurgião do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, analisa os resultados. Ouça, em mais um PODCAST ONCONEWS. 

  • Incidência de câncer de mama em mulheres jovens no Brasil

    tiezzi bxDaniel Tiezzi (foto), professor associado da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, é autor sênior de estudo que explora a incidência, as características de apresentação e os desfechos do câncer de mama em mulheres jovens no Brasil. Os resultados foram publicados no JCO Global Oncology.

  • Momento ideal de cirurgia após quimioterapia neoadjuvante no câncer de mama

    Revisão sistemática e meta-análise publicada no European Journal of Surgical Oncology buscou determinar o momento ideal da cirurgia pós-quimioterapia neoadjuvante de câncer de mama, para não comprometer o desfecho prognóstico. O estudo é tema de mais um PODCAST ONCONEWS, com análise do mastologista Silvio Bromberg (foto), cirurgião do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça.

  • Biossimilares no câncer de mama HER2, implicações e promessas

    Bio Verde NET OK 2Artigo de Waller et al. no British Journal of Cancer discute a oferta de diferentes formulações e vias de administração do anti-HER2 trastuzumabe e suas implicações no tratamento do câncer de mama HER2-positivo e no câncer gástrico metastático. “Trastuzumabe foi originalmente aprovado como uma formulação intravenosa (IV), mas desde então foi desenvolvido para administração subcutânea (SC) para pacientes com câncer de mama HER2-positivo. Ambas as formulações demonstram perfis farmacológicos e clínicos geralmente comparáveis. Portanto, ao decidir entre as opções de tratamento, fatores como via de administração, preferência do paciente, valor e custo devem ser considerados”, destacam os autores.

  • Evento marca lançamento de trastuzumabe biossimilar

    Bio Verde NET OK 2No dia 25 de fevereiro, às 19h, Bio-Manguinhos/Fiocruz, Samsung Bioepis e Bionovis realizam evento científico de lançamento de Ontruzant®, trastuzumabe biossimilar fornecido ao Sistema Único de Saúde (SUS) por Bio-Manguinhos/Fiocruz para o tratamento de câncer de mama HER2+.

  • Conservação da mama versus mastectomia para pacientes BRCA mutado

    Estudo publicado no periódico The Breast buscou avaliar a segurança oncológica da cirurgia conservadora e radioterapia em comparação com a mastectomia em pacientes com câncer de mama com mutação BRCA. Os resultados são tema da análise do mastologista Silvio Bromberg, médico do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo Paulo. Ouça no PODCAST ONCONEWS.

  • Cirurgia primária no câncer de mama estádio IV de novo com metástase óssea

    Publicado no Annals of Surgical Oncology, o estudo BOMET MF14-01, prospectivo, multicêntrico, buscou avaliar o papel do tratamento loco-regional em pacientes com câncer de mama estádio IV de novo com metástase óssea. O trabalho é tema de mais um PODCAST ONCONEWS, com análise do mastologista Silvio Bromberg (foto), cirurgião do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça.

  • Capecitabina no câncer de mama triplo-negativo em estágio inicial

    Revisão sistemática e meta-análise publicada no periódico BMC Cancer avalia a eficácia e segurança da capecitabina na sobrevida de pacientes com câncer de mama triplo-negativo em estágio inicial. O trabalho é tema de mais um PODCAST Onconews, com apresentação do mastologista Silvio Bromberg (foto), cirurgião do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça.

  • Reconstrução imediata da mama e segurança oncológica

    Podcast Onconews

    Meta-análise que comparou a recorrência do câncer de mama (BCR) em pacientes com e sem complicações após reconstrução imediata é tema de mais um podcast do mastologista Silvio Bromberg (foto), cirurgião do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Apesar das limitações, o estudo não demonstrou associação significativa entre complicações da ferida e BCR. Ouça.

  • NEJM reporta novos dados sobre câncer de mama e variantes patogênicas

    emilia pinto bxDois estudos publicados em janeiro na New England Journal of Medicine fornecem novos dados para compreender a associação entre variantes patogênicas em uma série de genes de suscetibilidade ao câncer e risco de câncer de mama. “Esses dois estudos utilizando um painel de genes de predisposição ao câncer definem os genes cujas variantes patogênicas estão fortemente associadas ao câncer de mama e poderiam ser oferecidos como teste genético para a população em geral”, esclarece a bióloga Emilia Modolo Pinto (foto), pesquisadora do St. Jude Children's Research Hospital.

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