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AtualizadoQua, 20 Out 2021 7pm

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Daichii Sankyo

Imunoterapia em pacientes com melanoma avançado e metástases cerebrais

Metastase_cerebral.jpgO estudo clínico Anti-PD1 Brain Collaboration (ABC), aberto, fase II, demonstrou resultados promissores no tratamento de pacientes com melanoma avançado com metástases cerebrais tratados com a combinação dos agentes imunoterápicos nivolumabe (Opdivo®) e ipilimumabe (Yervoy®). Os resultados do trabalho (abstract 9508) serão apresentados na ASCO, dia 4 de junho, pela oncologista Georgina Long, primeira autora do estudo e diretora médica do Melanoma Institute Australia (MIA), que desenvolveu o estudo em colaboração com o Australia and New Zealand Melanoma Trials Group (ANZMTG).


ASCO mostra avanços e promessas em LLC

nelson_hamerschlak_hz.jpgO estudo de Fase III GENUINE1 é apontado entre os destaques da ASCO 2017 pelo potencial de mudar a prática clínica no tratamento da leucemia linfóide crônica (LLC), em pacientes de alto risco. Os resultados serão apresentados no sábado, 3 de junho. O estudo avaliou o uso de ublituximab e ibrutinibe em pacientes com LLC de alto risco previamente tratados e traz novos dados para um debate que também ganha espaço na edição deste ano: ibrutinib isoladamente ou em combinação? Afinal, como definir a melhor estratégia em LLC? O hematologista Nelson Hamerschlak (foto), do Hospital Israelita Albert Einstein, comentou para o Onconews.

ASCO 2017 mostra avanços em mieloma múltiplo

Angelo_Maiolino___Foto_2017_NET_OK.jpgNo domingo, dia 4, na sessão que destaca as apresentações orais na oncohematologia, um dos highlights é o estudo alemão que avalia o uso do anticorpo daratumumab em mieloma múltiplo refratário, de acordo com o status de risco citogenético1. Novas análises dos estudos CASTOR2 e POLLUX3 também corroboram dados de eficácia e segurança de daratumumab em pacientes politratados, em diferentes regimes de combinação. Estudo liderado por Maria-Victoria Mateos, da Universidade de Salamanca, traz ainda análises de subgrupos, mostrando resultados na população idosa4. O hematologista Ângelo Maiolino (foto) comenta para o Onconews.

ASCO discute nova classificação para tumores linfoides

ASH_Sangue_NET_OK_2.jpgA sessão educacional da 53ª ASCO dedica espaço à nova classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para tumores linfóides e sua aplicação na prática clínica, em conferência que tem como chair a hematologista Sonali M. Smith, da Universidade de Chicago, uma das grandes especialistas mundiais em linfoma1.

Imuno-oncologia no câncer gástrico

cancer_gastrico_NET_OK.jpgA agência Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aceitou o pedido para analisar licença suplementar para o anti PD-1 pembrolizumab (KEYTRUDA®) no tratamento de pacientes com adenocarcinoma de junção gástrica ou gastroesofágica recorrente ou avançado, que progrediram a duas ou mais linhas de quimioterapia. A decisão final do FDA deve ser anunciada em setembro de 2017.

APHINITY – duplo bloqueio HER2 na adjuvância

Mama_News_1_NET_OK.jpgDados já conhecidos do estudo de Fase III APHINITY mostram que a adição de pertuzumabe + trastuzumabe ao esquema de quimioterapia melhora a sobrevida livre de doença invasiva (iDFS) de mulheres com câncer de mama inicial HER2 positivo em comparação com trastuzumabe e quimioterapia isoladamente.

ASCO discute prevenção e promoção da saúde

ON13_PG11_PREVEN____O_NET_OK_PORTAL.jpgO foco na prevenção se mantém na agenda do encontro anual da ASCO. Estudo da Universidade de Ohio, liderado por Maura L. Gillison, mostra o impacto profilático da vacinação contra o HPV nos casos de câncer de cabeça e pescoço em adultos jovens nos Estados Unidos (Abstract  6003).

ASCO 2017: Quimioterapia oral prolonga a sobrevida no câncer do trato biliar

Cancer_Trato_Biliar_NET_OK.jpgUm ensaio clínico randomizado de fase III com 447 pacientes com câncer de vias biliares (BTCs, câncer de duto biliar e vesícula biliar) demonstrou que a administração de capecitabina após a cirurgia prolonga a sobrevida por cerca de 15 meses, em média, em comparação com a cirurgia isolada. Os dados do estudo britânico BILCAP serão apresentados no Congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO 2017), em Chicago, e podem fornecer a base para um novo padrão de cuidados na doença. A oncologista Renata D'Alpino Peixoto comenta o estudo.

ASCO 2017: Estilo de vida e sobrevida em pacientes com câncer de cólon

tree_nuts_NET_OK.jpgDois trabalhos que serão apresentados na 53ª ASCO, em Chicago, mostram a importância da nutrição e da atividade física na qualidade de vida do sobrevivente de câncer de cólon. Um estudo avaliou os benefícios de um estilo de vida saudável para diminuir a chance de recorrência e morte pela doença (abstract 10006). O outro ensaio (abstr 3517) investigou a relação entre o consumo de nozes e melhores taxas de sobrevida livre de doença e sobrevida global em pacientes com câncer de cólon estadio III.

ASCO 2017: Vacina contra HPV tem baixa adesão entre jovens adultos nos EUA

vacina_mulher_hpv.jpgEm um dos primeiros grandes estudos a explorar o possível impacto da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) nas infecções orais pelo HPV, os pesquisadores confirmaram que ela pode conferir um alto grau de proteção. No entanto, as taxas de vacinação contra o HPV permanecem baixas, especialmente entre os homens, o que limita os benefícios da vacina em nível populacional nos EUA. O estudo será apresentado na próxima reunião anual da ASCO, em Chicago.


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