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Coberturas Especiais

multiple_myeloma_NET_OK.jpgUm estudo aberto, multicêntrico, de fase 1b, avaliou a combinação de daratumumab ao tratamento padrão no tratamento de mieloma múltiplo refratário ou resistente e concluiu que o agente melhora os resultados nesse subgrupo de pacientes.Os resultados positivos foram apresentados na 56ª ASH.

logo_hemo2014.jpgConsagrado no calendário anual, o Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (Hemo)  reuniu em Florianópolis de 6 a 8 de novembro mais de 4,3 mil participantes para uma programação científica de alto nível, incluindo os progressos da onco-hematologia.

Hodgkin_lymphoma__1__mixed_cellulary_type_NET_OK.jpgA chegada de um anticorpo droga-conjugado ampliou as opções de tratamento para os pacientes com linfoma de Hodgkin e trouxe uma nova opção como terapia sistêmica do linfoma anaplásico de grandes células T. Esse novo cenário foi apresentado na Hemo 2014, em uma atualização para a comunidade brasileira de oncohematologia.

Durante a Hemo 2014, grandes especialistas brasileiros falaram sobre o tratamento atual e as perspectivas do mieloma múltiplo (MM), patologia que se caracteriza pela proliferação excessiva de plasmócitos malignos na medula óssea, o que compromete não apenas a própria medula, mas também afeta ossos e o funcionamento dos rins. 

leucemia.jpgPacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC) ou com linfoma de células do manto (LCM) têm prognóstico pobre. Nessa população de pacientes, o estudo RESONATE demonstrou os benefícios do ibrutinibe, o primeiro inibidor covalente da tirosina quinase de Bruton (BTK). Este estudo multicêntrico de fase III avaliou a eficácia da monoterapia com ibrutinibe na comparação com o anticorpo anti-CD20 ofatumumabe.

CarlosSergioChiattone.jpgA Hemo 2014 trouxe diversos painéis educativos e simpósios da indústria que atualizaram as guias de conduta e apresentaram o cenário atual da leucemia linfocítica crônica (LLC). O oncohematologista Carlos Sergio Chiattone (foto), nome de referência no assunto, participou de diferentes painéis e falou das transformações no tratamento da doença.

GBRAM.jpgDiversos especialistas brasileiros reforçaram o papel do Grupo Brasileiro de Mieloma Múltiplo (GBRAM), que apresentou na HEMO a logomarca que passa a representar a identidade visual do grupo. “O importante é a participação. Todos aqueles que de forma direta ou indireta estão ligados ao mieloma múltiplo fazem parte desse grupo”, disse a oncohematologista Vânia Hungria no painel que abriu o programa educacional em oncohematologia. “Nós queremos estar juntos não só para a condução de estudos clínicos, mas para buscar caminhos para melhorar continuamente a assistência aos pacientes de mieloma múltiplo. Cada um ajuda da forma que puder contribuir e todos são bem vindos”, disse ela no congresso de Florianópolis (foto).

 

comprimidos_diversos.jpgA HEMO 2014 mostrou que depois da revolução provocada pelo mesilato de imatinibe, o Glivec®, o tratamento da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) começa a se deparar com um novo paradigma, diante do reconhecimento de que inibidores de tirosina-quinase de segunda geração têm papel em pacientes resistentes à terapia de primeira linha.

Carla_Domenge.jpgO Rio de Janeiro foi sede do VIII Congresso Franco Brasileiro de Oncologia, realizado no Hotel Sofitel Copacabana, de 9 a 11 de outubro, em um encontro que já é tradição na agenda da oncologia brasileira. Na edição deste ano, a Sociedade Franco-Brasileira de Oncologia (SFBO), presidida por Carla Ismael e Christian Domenge (foto), recebeu cerca de 2 mil inscritos para uma programação científica que incluiu joint simpósios com ASCO e ESMO, além de controvérsias e atualização em oncologia clínica, radioterapia e cirurgia oncológica. O programa também abrigou o Simpósio Internacional de Mastologia (SIM) e o Curso de Oncoplastia.

Rui_Weschenfelder_NET_OK.jpgEduardo Moraes e Rui Weschenfelder estiveram à frente do painel Gastrointestinal, apresentado no VIII Congresso da SFBO, que entre outros temas debateu os desafios e avanços no câncer de pâncreas. O objetivo do painel, segundo os coordenadores, é ir além de uma simples aula de revisão, e contribuir efetivamente para o dia-a-dia do oncologista. “O formato de debate possibilita que todos retornem para seu consultório, para o hospital, com algo de útil para acrescentar na prática”, enfatizou Weschenfelder.