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Incontin__ncia_3_NET_OK.jpgO esfíncter urinário artificial, prótese que substitui o mecanismo natural e é considerada padrão ouro para o tratamento da incontinência urinária masculina foi incluído no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde janeiro de 2014. Eficaz em casos de incontinência masculina grave, os planos de saúde agora são obrigados a autorizar o tratamento, considerado de alto custo.

Mastectomia_NET_OK.jpgSarah T. Hawley e colegas, da escola médica da Universidade de Michigan em Ann Arbor, publicaram no JAMA resultados de um estudo que traz uma reflexão importante sobre o valor da evidência na prática clínica.
Os pesquisadores usaram o sistema nacional de dados epidemiológicos (SEER) para selecionar e acompanhar os resultados cirúrgicos de 2.290 mulheres nos Estados Unidos diagnosticadas com câncer de mama.

Radio_Mama_News6_NET_OK.jpgEstudo de metanálise publicado no Lancet (vol, 383, nº 9935) mostra os benefícios da radioterapia após a mastectomia e a linfadenectomia axilar. A metanálise considerou 8.135 mulheres com câncer de mama em 22 ensaios clínicos randomizados e concluiu que a radioterapia reduziu tanto a recorrência da doença como as taxas de mortalidade em todos os subgrupos analisados, mesmo nas mulheres com um a três linfonodos positivos tratadas com a terapia sistêmica.

Colorretal_NET_OK.jpgA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou no dia 10 de junho o uso de panitumumabe (Vectibix®) em câncer colorretal metastático, em pacientes com K-RAS selvagem. A indicação é para o tratamento de primeira linha em combinação com FOLFOX; e para a segunda linha em pacientes tratados com FOLFIRI e quimioterapia.

Pr__stata_Nova_NET_OK.jpgA abordagem multidisciplinar no câncer de próstata não é uma realidade na prática clínica. É o que aponta pesquisa realizada pelo Instituto Zero. O estudo revela que apenas 41% dos homens com câncer de próstata nos Estados Unidos foram encaminhados a um oncologista em algum momento do seu tratamento.

A América do Sul assistiu a um aumento importante na sua produção científica nas últimas duas décadas. A análise é da revista Nature e mostra que o investimento em pesquisa tem aumentado na maioria dos países. No entanto, dada a participação da região em termos de população e PIB mundial, o resultado ainda é aquém do esperado.

Pesquisa_1_NET_OK.jpgO Brasil responde por 2/3 das pesquisas e lidera a produção científica na região, com 46.306 citações na base de dados do portal Scopus em 2013. Nos últimos 20 anos a produção científica brasileira quintuplicou, mas a qualidade da investigação preocupa.

CancroPulmao.jpgO Journal of Clinical Oncology (JCO) publicou online artigo que discute o uso de modafinil para a gestão da fadiga em pacientes com câncer de pulmão não-pequenas células (CPNPC). O artigo é de Anna Spathis, consultora em medicina paliativa do Addenbrookes Hospital, em Cambridge, Reino Unido (JCO, vol. 32, no.18). A conclusão foi que o modafinil não teve efeito sobre a fadiga relacionada ao câncer e não deve ser prescrito fora do contexto de um estudo clínico. Seu uso foi associado com um efeito placebo clinicamente significativo.

Mamografia_1.jpgO Lancet de junho (vol.15, nº 7) destacou os resultados do ensaio TH3RESA, de fase III, coordenado por Ian E Krop. O TH3RESA é um estudo aberto, randomizado, que investigou o uso de trastuzumab emtansine versus o tratamento de escolha em pacientes com câncer de mama HER 2 avançado. A investigação envolveu centros médicos em 22 países da Europa, América do Norte, América do Sul e Ásia-Pacífico.

TRASTUZUMAB.jpgUma em cada 10 mulheres que tomam o medicamento trastuzumabe como parte do tratamento para o câncer de mama vai experimentar algum tipo de problema cardíaco, mas a boa notícia é que a maior parte dos efeitos desaparece com o final do tratamento com a terapia anti-HER2. Essa é a principal conclusão do estudo liderado por Evandro de Azambuja, do Institut Jules Bordet, na Bélgica, que corrobora a baixa incidência de eventos ligados ao uso do trastuzumabe. "A mensagem geral aqui é de uma enorme tranquilidade", disse o pesquisador em relação às conclusões do estudo BIG 1-01, publicadas no dia 09 de junho na edição online do Journal of Clinical Oncology.

Chiattone1_baixa.jpgDepois da ASCO, grandes nomes da onco-hematologia brasileira participaram do 19º Congresso da European Hematology Association (EHA), encontro que é palco dos principais avanços terapêuticos. É nesse contexto que a evolução vivida pela especialidade fica ainda mais evidente. “Estamos diante de um novo paradigma no tratamento do câncer e na onco-hematologia posso dizer que essa nova era é sentida de forma ainda mais intensa, com a maior compreensão dos mecanismos biológicos das diversas doenças“, diz Carlos Chiattone, da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).